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HISTORIAL

Bem vindo ao Centro de Estudos Bocageanos.

Somos uma organização cultural apartidária, sem fins lucrativos, que existe desde 1999, cujos estatutos se encontram publicados no Diário da República.
O Centro de Estudos Bocageanos pretende contribuir para a clarificação da personalidade de Bocage, divulgar a sua obra peculiar e colaborar na dinamização cultural da cidade de Setúbal. Aderiram a este projecto 250 sócios, que acreditam que o poeta é um marco fundamental da literatura e da história das mentalidades portuguesas.

O Centro de Estudos vive da quotização dos sócios – a quantia simbólica de 1 euro e meio mensal – e da receita das suas publicações.

Publicámos, até ao momento, uma colecção de postais que reconstitui as diversas fases da prisão de Bocage, e sete livros:

  • Fábulas de Bocage, que reproduz seis fábulas do poeta e seis de La Lontaine por aquele traduzidas do francês; profusamente ilustrado, é um livro aconselhável para todas as idades;
  • Setúbal Terra de Poetas e Cantadores é uma colectânea de poemas de escritores que são oriundos ou se radicaram em Setúbal: Jorge Cabedo, Bocage, O Calafate, Santos e Silva,  José Afonso, Sebastião da Gama, Frei Agostinho da Cruz, Manuel Maria Portela, António Osório, Helder Moura Pereira, Fernando Gandra, entre muitos outros; os poemas são antecedidos por uma biografia dos escritores representados nesta obra;
  • Bocage por Olavo Bilac reproduz o teor de uma conferência feita por este poeta em 1917, no Brasil, e constitui uma olhar pertinente sobre o escritor setubalense; é-nos apresentado por Paulo Franchetti, professor da Universidade de Campinas;
  • A Serra da Arrábida na Poesia Portuguesa reúne os textos que contemplaram aquele ex-líbris setubalense. Apresenta vários inéditos – dois deles de Sebastião da Gama – e poemas de Alexandre Herculano, José Afonso, Frei Agostinho da Cruz, D. Francisco Manuel de Melo, Miguel Torga, Teixeira de Pacoaes, Helder Moura Pereira, António Osório, Fernando Gandra, Fernando Paulino, António Manuel Couto Viana, Fernando Guedes, Paulino de Oliveira, Arronches Junqueiro, Manuel Maria Portela, entre outros.
  • Bocage e a Revolução Francesa de Álvaro Arranja equaciona a posição do poeta perante o evento mais marcante do século XVIII, bem como as comemorações do primeiro centenário do seu falecimento;
  • Histórias da Região de Setúbal e Arrábida, de João Ribeiro, é uma viagem pela história que contempla locais, factos e personalidades relevantes, entre as quais Bocage, Sebastião da Gama, Frei Agostinho da Cruz, Luísa Todi, Raul Brandão, Pedro e Inês;
  • Baralho de cartas pedagógico bocageano constitui uma incursão pela biografia do poeta e pelos factos político-sociais que caracterizam a sua época; o conjunto é constituído por dois baralhos de cartas e por uma brochura com os retratos e as biografias de algumas das personalidades com quem Bocage se relacionou, bem como a do próprio poeta: Marquesa de Alorna, Marquês de Pombal, José Agostinho de Macedo, D. João VI, D. José, D. Maria I, D. Carlota Joaquina, Luís António Verney, Diogo Inácio de Pina Manique e Luísa Todi. Cada carta menciona um acontecimento importante da vida e da obra de Bocage.
  • Nascente de Mim de Ana Paula Rosa (2007), a expressão de uma poesia peculiar e intimista.

O Centro de Estudos Bocageanos publica, mensalmente, no jornal O Setubalense uma página cultural, cujo início teve lugar há sete anos. Foi sucessivamente dirigida, nos primeiros anos, por António Quaresma Rosa, Natércia Fraga e João Reis Ribeiro. Actualmente a sua coordenação é assumida por Álvaro Arranja, António Chitas e por Daniel Pires. Vem a lume na última quarta-feira do mês e consta, normalmente, de um texto que se prende com a história local, de uma rubrica intitulada “As minhas primeiras letras” e de um noticiário sobre a actividade do Centro de Estudos Bocageanos.
A nossa associação promove lançamentos de livros, recitais de poesia, palestras literárias e exposições, os quais nos permitem estar em permanente contacto com a comunidade.

O Centro de Estudos Bocageanos tem dado apoio de carácter bibliográfico a investigadores que se encontram a estudar Bocage e a sua época, designadamente àqueles que estão a elaborar dissertações.

Os nossos esforços estiveram ainda concentrados na comemoração do bicentenário do falecimento de Bocage, que se assinalou em 2005; em conjugação com a Câmara Municipal de Setúbal, foram proferidas, por alguns dos principais investigadores portugueses do século XVIII, dez conferências sobre as linhas de força da obra e da época de Bocage.
Actualmente, o Centro de Estudos Bocageanos concentra os seus esforços na criação de um Museu da Educação, que, previsivelmente, será fundado no ano de 2008. Procede à recolha de manuais, documentos, fotografias e objectos escolares, que constituirão o seu acervo.

 

 

 
 

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